Gestão de crise e reposicionamento: de Palestra Itália à Sociedade Esportiva Palmeiras
DOI:
https://doi.org/10.5783/revrrpp.v16i31.933Palabras clave:
Gestão de Crise, reposicionamento, Relações Públicas, Sociedade Esportiva Palmeiras, esporteResumen
Esta pesquisa tem como objetivo compreender a transição do clube Palestra Itália para a Sociedade Esportiva Palmeiras, analisando desde a gestão da crise, marcada por pressões políticas, até o reposicionamento da nova identidade no cenário esportivo nacional, com esforços para manter a proximidade com a torcida. Ela explora os conceitos de gestão de crise (Forni, 2007), além de contextualizar a história do Palestra Itália/Palmeiras. A pesquisa adota uma abordagem metodológica combinada - estudo de caso, análise de conteúdo e pesquisa de opinião - permitindo entender as estratégias empregadas em momentos críticos e os impactos dessas ações na imagem e reputação institucional. Verificou-se que as ações foram coerentes com os modelos propostos por autores como Neves (2002) e Forni (2007), que defendem que a gestão de crise se estrutura em três fases, antes, durante e depois da crise. O Palestra Itália demonstrou compreender a importância dessas etapas ao antecipar medidas preventivas (como a reestruturação da diretoria e a adequação dos estatutos do clube), adotar respostas imediatas (mudança do nome e reforço simbólico da brasilidade) e reconstruir sua imagem no pós-crise (com a “Arrancada Heróica” e a adoção definitiva do nome Palmeiras). A pesquisa com torcedores/as do Palmeiras serviu para confirmar que a gestão da crise e o reposicionamento do time foram bem-sucedidos, já que a torcida demonstra, entre outros sentimentos positivos, orgulho por essa parte da história.
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